sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ó malhão, malhão, que vida é a tua?

Aproxima-se a data de mais uma peregrinação dos ranchos folclóricos a Fátima.

Relativizando a crise...

Dizia uma amiga para a outra: "Gosto de ovos estrelados mas, se rebentarem, não os como."

Rui Santos pergunta...

QUAL VAI SER A BRONCA PARA HOJE?
Depois das broncas das Novas Oportunidades, das nomeações, do aborto, do concurso público que se realiza desde 1993 e que PPC deu a entender ser coisa nova e insinuou poder ter sido ganho por um gabinete jurídico, quando foi ganho pela Universidade Católica...

quinta-feira, 26 de maio de 2011

É a vida...

Entre caretos

Quando o caso Camarate não rende...

... Freitas lembra cinco razões para que se escolha PPC e não Sócrates, no Diário Económico de hoje. Eu acrescento a razão escondida: quanto mais impreparado for um PM e a sua equipa, mais pareceres haverá. E jurisconsulto não vive do ar, nem dos casos que se arrastam e já nada vendem.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Mas Passos, sim.

E tinha que ser em Vila Real, onde o moço de Massamá é cabeça de lista.

Pode a verdade ser objecto de registo notarial?

A verdade é uma coisa complicada, mas não para todos. Por isso há quem se atreva a afirmar “a verdade é que…”,a verdade é para ser dita e é esta…” e coisas parecidas. Uns eleitos do Senhor, uns ungidos do Senhor, a quem a verdade foi revelada, lá longe, muito longe, no tempo. Por isso, nunca ousaram proceder ao seu registo notarial, exigência minha perante a lata de tal gente.

Se um dia deixarem de ser ungidos ou eleitos do Senhor, talvez percebam que as suas verdades são meras opiniões, e opiniões não são a verdade. Se a humildade e algum senso puderem estar a seu lado.

Até lá, dispensadas que sejam tais verdades, eu prefiro as minhas verdadeiras mentiras, deixando os arautos da verdade a falar sozinhos. A não ser que procedam ao seu registo notarial.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

sábado, 21 de maio de 2011

O Sr Administrador já volta. Está agora a administrar noutro lado.


“Entre os 426 administradores, pouco menos de um em cada quatro desempenhava funções de administração em apenas uma empresa. Constatou-se, porém, que cerca de 20 administradores acumulavam funções em 30 ou mais empresas distintas, ocupando, em conjunto, mais de 1000 lugares de administração, entre eles os das sociedades cotadas. A acumulação de funções patente nestes números poderá ser um motivo de reflexão para os accionistas destas empresas.”

CMVM - Relatório Anual sobre o Governo das Sociedades Cotadas em Portugal - 2009

Pina Bausch - Lugar de afectos

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mataram a Tuna...

(...)
Entanto as senhoras não gostavam
faziam troça dizendo coisas
e os senhores também não gostavam
faziam má cara para a Tuna:
- que era indecente aquela marcha
parecia até coisa de doidos:
não era música era raiva
aquela marcha Almadanim.
(...)
Mataram a Tuna, Manuel da Fonseca

Educação – A legitimidade para definir políticas


Nogueira está preocupado com o programa do PSD mas, sobretudo, por causa da avaliação que exige – Nogueira não é para menos – seja explicitado antes das eleições. Como PPC já admitiu rever o programa, depois da reprimenda de Castilho, talvez seja satisfeita esta pretensão.
Outras preocupações de Nogueira passam com a liberdade de escolha e com o modelo de gestão das escolas. E nisto de gestão espera que não se confunda a escola com uma empresa pois, para Nogueira, só faz sentido falar de gestão quando se fala de empresas. Logo, por exemplo, ou a FENPROF é uma empresa, ou anda sem rei nem roque, sem gestão alguma.


Também a avaliação é uma preocupação de Silva que pretende ver alterado o modelo de avaliação em vigor. E mais: “que deve ser feito um esforço para que se mudem políticas que devem ser mudadas” e, digo eu, que se mantenham as que não devem ser mudadas. Tiradas destas é que eu gosto.

Facto é que o programa não especifica qual o modelo de avaliação. Facto é que Castilho já obrigou PPC a recuar. Por isso, na guerra com as corporações, o resultado aponta para a derrota de um medroso candidato a PM. Que vai esquecer que a legitimidade de um governo assenta no voto e nunca nas corporações que não vão a votos e, por isso, nenhuma legitimidade têm para definir a política para a Educação.

domingo, 15 de maio de 2011

Na Madeira, o barrete de vilão já tem honras de monumento...

Madeira - Barrete de vilão


... para o resto do país, parece que se torna necessário mudar o povo, ou cortar-lhe o pio, segundo o barreteiro-mor.

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que o primeiro-ministro demissionário e secretário-geral do PS, José Sócrates, não é criticável pela «lata que tem», mas sim o povo português por «enfiar» os «barretes» dele.
«Eu acho que não se tem que criticar o engenheiro Sócrates de ter a lata que tem e de dizer as aldrabices que diz, eu acho que se tem que criticar é o povo português que enfia esses barretes», disse ao comentar a sondagem da Intercampus para o Público e TVI, hoje divulgada, que indica que o PS ultrapassa o PSD nas intenções de voto, com 36,8 por cento, contra 33,9 por cento para os sociais-democratas.
Alberto João Jardim diz não «ligar meia àquilo (sondagens, debates)» porque «estas eleições (nacionais), na Madeira, são encaradas de uma forma diferente. O que precisamos saber é o que é que vai suceder no continente para, depois, nas eleições de Outubro, apresentar uma proposta concreta ao povo madeirense».
No entanto o líder do Governo Regional da Madeira sublinha que «se ele (José Sócrates) continua a Madeira está tramada».
«Preocupa-me se depois de tudo o que o engenheiro Sócrates fez ao país e a nós (…) os portugueses ainda votam em maioria nele. Tirem-me daqui e rapidamente», concluiu, à chegada ao aeroporto da Madeira depois de uma deslocação a Bruxelas.

Lusa/SOL



Os outdoors que o PSD não paga...

Neste caso um outdoor do DN, como uma foto que nada tem a ver com o texto, mas que dá mesmo muito jeito. E afirma Catroga, um ingrato, que os jornalistas se ocupam apenas de pentelhos.

À moda da minha terra – ACOITAR



ACOITAR, v.tr. Acolher, abrigar, proteger (Loriga – Seia)

In Dicionário dos Falares das Beiras, de Vítor Fernando Barros

À moda da minha terra – ABRÓLIO


ABRÓLIO, adj. Falador (Loriga – Seia)

In Dicionário dos Falares das Beiras, de Vítor Fernando Barros



sábado, 14 de maio de 2011

E em que qualidade Catroga puxou os pentelhos para a conversa?

Cuidado, pois há que saber em que qualidade se fala. Moedas e Coelho justificam a novidade de Catroga, quando este passa a redução da TSU de 4% para 8%, com o facto de ele, Catroga, opinar como economista, apesar de ser tido como sério candidato a Ministro das Finanças e, pelo menos, ser o coordenador do programa do PSD

Ficou agora a aguardar que Coelho explique em que qualidade Catroga puxou os pentelhos para a conversa. E a explicação impõe-se para não se ficar a pensar mal do senhor ou a confundi-lo com algum exterminador dos chatos dos jornalistas*.
* Não no sentido dos jornalistas que são uns chatos, que isso seria ofensa a quem disponibiliza tantos outdoors na forma de primeiras páginas dos jornais.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

À moda da minha terra – PETEIRAR


PETEIRAR, v. int. Brigar, lutar (Loriga – Seia)
In Dicionário dos Falares das Beiras, de Vítor Fernando Barros

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Abaixo de cão, ao nível de Catroga

“Repare: o Hitler tinha o povo atrás de si até à derrocada, até à fase final da guerra. Faz parte das características dos demagogos conseguirem arrastar multidões. José Sócrates, honra lhe seja feita, é um grande actor, um mentiroso compulsivo, que vive num mundo virtual em que só ele tem razão. Tem uma máquina de propaganda montada há seis anos, poderosa. E o PSD tem uma máquina artesanal no campo da comunicação. Mas eu tenho esperança que o bom senso prevaleça entre os portugueses e que quem levou o país à falência não pode liderar o processo de recuperação”.
Entrevista ao Público, 11-05-2011
Como levar a sério uma besta que, além do mais, pasta na mera javardice?

Para uns muito fingidos durões radicais...

Pormenor de um coreto - Canelas - Gaia - 10-05-2011

Este faz-me lembrar uns durões radicais. Sustentados ou sentados na sua balofa auto-suficiência. Numa aparência de contra tudo e contra todos, fingindo – fingindo mal – não ser por ninguém, quando o rabo que deixam de fora é imenso, pois os visados pelo fel que destilam são sempre os mesmos. Sem coragem, ou competência, para assumir, claramente, uma posição, a defesa do que teimam esconder, preferindo o insulto ao argumento. Se necessário recorrem mesmo à mentira, que isso em nada os incomoda.

E esperam, debalde, que todos os outros sejam parvos, no mínimo ingénuos, incapazes de lhes topar a careca bem à mostra.

E tudo isto porque, lá no fundo, são umas lástimas, no plano político, no plano intelectual, mesmo no plano pessoal, apesar dos ares que se dão, em cima de um estatuto excessivo para o mérito que apregoam e que jamais aceitam possa ser avaliado seriamente. Para que, nomeadamente, lhes não seja testada a ignorância a par e passo exibida.

É a vida. Temos que prosseguir, deixando-os a falar sozinhos.



Para quem dispensa paus-de-cabeleira...

Região de Ponte de Lima - 10-05-2011
... já existe mesa de matraquilhos. Cada qual por si, sem parcerias.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

À atenção dos Jerónimos...

Acabo de ouvir. O chefe da tribo Apache exige pedido de desculpas a Obama por se ter designado por operação Jerónimo aquela que mandou Bin Laden ter com os anjinhos. Porque Jerónimo é figura lendária da tribo.

E Sousa espera por quê? Vai perder a oportunidade de vergar o chefe do imperialismo capitalista a seus pés?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Outra mentira do moço de Massamá?



Matuto, matuto e vamos lá a ver se entendo.

PPC, hoje, na RTP1, informou que não se referiu, na devida altura, ao encontro havido em S Bento para abordagem do PEC IV porque foi isso – ocultação do encontro – que ficou combinado entre ele e o PM. E deu mesmo a entender que a iniciativa da ocultação do encontro foi do PM.

Mas será que daí se teria que concluir que poderia mentir à vontade, durante dias, afirmando não ter havido mais que um telefonema e com o qual se considerava desconsiderado, por ter por inadmissível este pretenso comportamento do PM?

Ou teremos que admitir que, em complemento de tal invocado acordo, o PM o autorizou a mentir descaradamente?

Será que temos mais uma mentira para esclarecer?

Vamos aguardar pela próxima entrevista.

Uma artista...

... a minha mana Lurdes que, no país das ditas, teria que envolver aqui uma bicicleta. Uma excelente opção para a ocupação do tempo da reforma.

Tinha que reincidir, que a escola foi boa...

... a escola do apito dourado. Mas o patrão mantém-se intocável, inimputável, mais jantar, menos jantar.

Um mau acordo...

... diz um tonto que se subscreve como ex-isto, ex-aquilo, ex-aqueloutro e nada ou ninguém hoje. E que mais valia estar calado, para não lhe lembrarmos coisas tristes e miseráveis.

É pá! Aguarda! Catroga vai já a caminho.

O mais lido - o correio da manha - é o que menos acerta




sexta-feira, 29 de abril de 2011

Continuo a aguardar uma carta de Catroga

Espero que essa carta seja para mim. Porque estou farto de esperar pelo carteiro, e nada. Eu quero uma carta do Catroga, ou o Catroga dentro de uma carta. Estou por tudo, mas quero a carta. Se a receber prometo responder "Ó Catroga, recebi a sua prezada carta. Apreciei muito as perguntas. E vou já adaptá-las para que o Alberto João lhes responda. Porque também interessa saber o que por lá se passa, entre inaugurações, ponchas, charutos e fogo de artifício."

terça-feira, 26 de abril de 2011

Contra uma sociedade inclusiva

Ser desempregado não é uma opção de vida, como princípio. Para as excepções, a havê-las, deve a lei prever mecanismos que as combatam, sem contemplações.

Por isso, querer contaminar o direito a uma pensão de reforma com uma circunstância indesejável, isto é, pretender que o valor da pensão de reforma se reduza em função de involuntários períodos de desemprego, é uma canalhice, uma total insensibilidade social.

Só os bens instalados na vida, na expectativa do benefício egoísta da redução da sua carga fiscal, podem ousar vir com tal proposta.

E, para memória futura, a proposta é da trupe Mais Sociedade – mas que designação mais caricata face ao que vem propondo – e que reúne os gurus que vão debitando propostas a assumir pelo PSD.

Perante esta proposta e outras da mesma natureza, fica claro quem quer atacar o Estado Social. E num dos seus mais essenciais pilares: a protecção na reforma.

Cartas de Catroga, aqui, não!

Ericeira - Março 2011

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um jornal de cromos...

Falta de comparência dos deolindos

Constatam alguns, aparentemente com surpresa, haver menos gente no desfile do 25 de Abril que no da geração dos deolindos. E também que havia menos jovens.

Para mim é natural. Uma manifestação nada tem a ver a outra.

Na de hoje, está em causa saudar a conquista de valores de natureza colectiva, a começar pela liberdade e pela democracia. Na outra, eram sobretudo reivindicações particularmente individuais, mesmo egoístas, que estavam em causa.

Com o 25 de Abril, a avenida, para além do nome Liberdade, passou a ter substância, e é esta que permite que por ali agora se manifeste quem queira, para o que entenda.

Mas temos ainda que ter em conta razões de calendário, com um bem prolongado fim-de-semana, e as climatéricas - estava um excelente dia de praia. Perante isto, a militância sucumbe, particularmente quando também já não estava em causa contestar o governo.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A grande distribuição recebida em Belém

Em representação dos subscritores de um manifesto por agora muito falado, o PR recebeu estes dois senhores que, como comentadores, sabemos bem para que lado opinam. Por outro lado, ambos se têm mostrado indisponíveis para, em lugares de acção executiva, darem uma ajuda ao país. Que isso dá chatices e não rende.

Fazer melhor escolha era certamente possível. Que destes não reza a história, salvo na sua cómoda qualidade de comentadores.

Uma coisa é certa: a grande distribuição – Jerónimo Martins e Modelo Continente – com grandes responsabilidades na venda do que é estrangeiro e sérios impactos na balança de transacções comerciais, esteve bem representada. E não será com ela que se poderá apostar no crescimento económico.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Armou-se em camilo, e foi o que se vê...



Pois é. Camilo Lourenço vem agora reconhecer – Jornal de Negócios de 18 de Abril – que Passos Coelho “não está à altura do desafio” porque anunciou uma revisão da Constituição fora de tempo, insistiu em ideias estafadas, anunciou um cabeça de lista igualmente candidato a presidente da AR e não convenceu históricos e barões a candidatarem-se. E, adianta, pior que isso foi Passos Coelho, durante longos dias, ter omitido o encontro com Sócrates sobre o PEC IV, o que o levou a ele, Camilo Lourenço, a concordar com o seu chumbo na AR.

Apesar disso, Camilo admite que um líder tão “desastrado” pode ganhar as próximas eleições. E é claro que o deseja. Veremos. Mas continue ele a ocupar-se com a sua agenda de ataques a Sócrates e ao PS e talvez de novo venha a saber que foi o último a aperceber-se de que Passos Coelho é ainda pior do que o que ressalta do retrato que agora dele fez.

Nobre cidadania...

Nobre alicerçou a sua candidatura à Presidência da República na visibilidade proporcionada pela AMI e num discurso populista que, em plena crise, faz percurso fácil. Contra os partidos, contra os políticos, elegendo como bandeira uma entidade mítica e sem conteúdo que designava por cidadania, certamente o termo mais usado até ao final da campanha, o mais badalado no discurso do que considerou ser uma vitória da… cidadania.

E foi aquilo, a visibilidade e o discurso populista, que lhe permitiu o apoio em certos círculos, nomeadamente na sua página do facebook. E, naturalmente, quem o apoiava revia-se em tal discurso.

Nobre inchou com a votação, mas foi fazendo promessas de se manter no mesmo registo: nada com os partidos e, a voltar à cena mediática, seria para prosseguir com o seu projecto de cidadania, seja isso o que for.

Mas aguentou pouco, mesmo nada. E, quando se aguardava que em Maio anunciasse, como prometia, os passos seguintes, ei-lo que aceita ser candidato a deputado, com a promessa de igualmente poder ser presidente da AR, logo a segunda figura do Estado num sistema assente em partidos políticos contra os quais fez a sua campanha.

Sem estofo para aguentar as críticas, Nobre encerra a sua página no facebook porque, se era boa para recolher apoios, não poderia ser usada para que muitos, entre os quais os seus apoiantes de outrora, manifestassem a sua desilusão face ao que consideravam ser uma traição.

Por isso, quanto ao que Nobre tolera, estamos conversados: para elogiar e apoiar tudo bem, quando se trate de criticar ou expressar desapontamento, vale esta forma de censura: encerrar a página no facebook.

Politicamente Nobre é uma nulidade. Fica agora também esta medalha.

sábado, 16 de abril de 2011

"Vocês não me provoquem..."

O arauto da cidadania inchou, continua a inchar, e isto ainda vai acabar mal. Recomenda-se distância de segurança antes do estoiro. Para já, os danos colaterais são já mais que muitos e ainda não começou a campanha.
Nisto deve andar mãozinha do Sócrates. Só pode.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sargentada…



A Associação de Nacional de Sargentos diz que falta dinheiro à tropa e que há mesmo o risco de não se pagarem salários. O Governo, através de um Secretário de Estado, afirma o contrário e tranquiliza.

A SIC, provavelmente outros, dizem que está estabelecida a confusão. A ser assim, a credibilidade de quem tem que garantir o pagamento está ao mesmo nível da ANS. Como se agora tivesse que vir alguém desempatar a contenda.

Não há pachorra!

Discurso político para os pequeninos...

Passos Coelho não estava com pressa para chegar ao pote, mas foi apanhado.
 No caminho, no entanto, fez-se acompanhar por um cão, por causa dos gatos escondidos com o rabo de fora.
E, antes de se instalar, fez questão de fazer saltar os esqueletos dos armários.

Fica com o pote. Sem gatos que se escondam deixando o rabo de fora  e sem esqueletos que se alojem em armários, sendo permitidos outros gatos e outros esqueletos.
Tudo parece indicar, no entanto, que terá também à sua volta um bando de lacraus, mas é com estes que gosta de se aninhar. Até à mordidela fatal.