quinta-feira, 8 de novembro de 2012

BELLAMY, de Chabrol, com Depardieu

Chabrol com Depardieu
BELLAMY, de Claude Chabrol, com Gérard Depardieu
Foi a minha fita de hoje, no King, fita exibida 3 anos após ter sido realizada e dois anos depois da morte de Chabrol, que integrou a Nouvelle Vague.
Com Depardieu num dos seus melhores papéis, no caso o de um homem sortudo, porque casado com mulher que o safa do abismo. Num filme cheio de vida como são, em geral, os filmes de Chabrol.
Com um advogado a fazer as suas alegações finais cantando Brassens. Georges  Brassens que surge nas primeira imagens, numa foto sobre a sua campa no cemitério de Sète, a sua terra natal, enquanto se ouve em assobio “Les Copains d’abord”.
Nada indica que se trate de filme testamento, porque certamente Chabrol não adivinharia o seu fim tão breve.
E viva Chabrol.
 

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