quarta-feira, 1 de abril de 2009

De crespice em crespice...

Crespo, é assim tão difícil perceber? Basta pôr de lado o preconceito, basta puxar um pouquito pela isenção...
E não mistures o caso julgado, com os encontros da Aroeira envolvendo camaradas teus, políticos e investigadores, com o processo ainda em investigação. Se toda a gente conhece o primeiro, por que raio isso te escapou?
Vê se aprendes com este abaixo, com paciência de Job para aturar as tuas impertinências... mesmo a tua ignorância no caso.
Ali, ao lado, na SIC-N das 21.00h


4 comentários:

Arriaga disse...

de facto meteu dó. tem a mannia qque é vedeta e é o que dá.twimpkv

ana disse...

O homem já dá vómitos, sempre armado em esperto para português ver. Este é um daqueles casos em que o discurso assenta na perfeição naquela cara de parvo.

2MOPinto disse...

Comentários repletos de objectividade, estes.
É um dizer mal por dizer, apenas porque não se gosta da pessoa em causa, ou do tema que ele aborda, sejamos claros.
É que se houver um qualquer outro motivo - mais concreto - estes comentários não o deixam transparecer.

A. Moura Pinto disse...

Mário
Os comentários não são objectivos, dizes tu. E tens direito à opinião, naturalmente.

Mas acho que te excedes nos processos de intenção, quando escreves que tais comentários decorrem de não se gostar do Crespo, ou do tema que ele aborda.

Se não é processo de intenção, então prova-o.

Não sei se acompanhaste a entrevista. Para mim – e adianto que não gosto do Crespo – este provou, sim, um objectivo concreto, embora inconfessado. Porque
a) não soube distinguir um caso julgado de um em curso;
b) não percebe que uma coisa é uma denúncia anónima outra é uma carta que se pretendia anónima mas que, sabe-se do caso julgado – 1ª fase do caso Freeport – foi carta instigada por investigador da PJ;
c) porque quis misturar jornalismo de investigação, com um conluio entre jornalistas, investigadores e políticos como aconteceu na 1ª fase do caso Freeport e hoje se conhece pelo tal processo judicial já transitado em julgado e no qual houve condenações, nomeadamente de jornalistas e de investigador que cedeu informações aos jornais.
Se não houve intenção, então Crespo é muito ignorante. Mas, embora não gostando dele, eu não o tenho por tal. E, por isso, pior para ele. Papa-se melhor a ignorância – Cristo até abençoou os ignorantes - que a má-fé, a falta de isenção e de independência.
Um abraço