domingo, 15 de março de 2009

Uma parábola: o cacto e o pinheiro

Foto amp
Talvez não se saiba quem adoptou quem ou quem tolera quem. Mas parece que nenhum parasita o outro.
Ambos sobrevivem no mesmo apertado espaço, mesmo que isso constranja o seu crescimento e desenvolvimento, nos termos em que os conhecemos em situações optimizadas. Mas onde podem surgir as pragas, como o nemátono do pinheiro, a cachonilha ou o ácaro vermelho dos cactos.
A coexistência pode bem depender de pequenas coisas, coisas talvez acessórias, ou sem uma importância por aí além. Porque, importante, importante, é que a vida corra em ambos. E ambos se façam à vida.

1 comentário:

Arriaga disse...

Tás muito enigmático. Amanhãs estarás melhor!?