segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ouçam o Rosas, porra!










Está exaltado, gesticula que nem um danado. Nem se controla, ali na SIC-N. Até afirmou, sobre actos praticados por governos de ou em gestão, que foi Sócrates a dar o tal pavilhão para o Casino. Parece que ouvi bem.
E são os PINs, atribuídos contra o melhor que temos: a natureza, o ambiente. Claro que lá lhe tentam explicar que, com os PINs, apenas se procura agregar, numa mesma entidade, um conjunto de competências de modo a que se possam acelerar os processos. Qual quê! Rosas foi sempre contra os PINs. Abaixo os PINs que, afirma Rosas, facilitam a corrupção.
Depois, há actos que não podem ser despachados por um governo de gestão, grita Rosas. Quais? Pois, reconhece, a lei é ambígua. E, de facto, não determina o que pode ou não ser decidido por um governo de gestão. No entanto, para já, Rosas entende que não se pode. O quê? É pá! Os PINs, a natureza, o ambiente. A corrupção!
Mais a sério: que responderia Rosas, se fosse governante, a um empresário, quando o processo estivesse concluído, em condições de ser aprovado, se estivesse em gestão? Talvez: “eu estou em gestão, senhor empresário, mas o senhor fica ai muito quietinho que agora é o governo que gere. Topa, senhor empresário? Estamos em gestão, a gerir, entende isto? Você aguardará por uma campanha eleitoral, a tomada de posse do novo governo, a reanálise do seu dossier. Até lá tire umas férias, que isso do tempo ser dinheiro é uma treta capitalista. Eu até aprovava, porque o processo está concluído, mas estou em gestão. E gerir é assim.”
Morra o Rosas! Morra! PIN!

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